La Cultura y El Estado (traducción) DAVID LLOYD Y PAUL THOMAS

La Cultura y El Estado (traducción)

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São tempos difíceis mas interessantes

Cultura e Crise

17.04.2009 – Joana Gorjão Henriques
Depois desta crise com contornos de dilúvio, o que se abre à cultura? Há cenários que já podemos desenhar

Em época de crise, o melhor mesmo é ir às compras na própria casa. Desenterrem-se leituras eternamente adiadas, leia-se finalmente o “Ulisses” de James Joyce que anda por ali há séculos. Os livros podem ser caros, mas ler ainda continua a não ser assim tanto. Até porque um livro pode sempre passar por muitas mãos. E há as bibliotecas, a “forma de entretenimento mais barata de todas”, lembra John Carey, professor de Inglês em Oxford, ao “Guardian”. Por esta lógica, a leitura – não o mercado dos livros – será uma das actividades que menos sofrerá com a crise económica mundial. Mas nem tudo é lógico e nem tudo se pode prever. O podemos esperar, então, dos próximos anos?

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New Deal for Cultural Employment

By Carla Bodo

It is by now widely recognised that connecting culture and employment as a promising job reservoir in our post industrial countries (Delors, 1992) is not at all automatic. It is rather the outcome of robust and well devised cultural policies – with a clever mix of regulations and financial incentives in support of cultural activities and the cultural industries – carried out at the different levels of government: national, regional, local, as well as  European.

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